quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Zéfiro mudo

Por entre os vinte e cinco e os trinta e três graus que habitualmente se fazem sentir, o Zéfiro começa a desesperar por frio. Desejando vestir casacos grossos, golas altas, cachecóis e calçar botas quentes, o Zéfiro chama, cada vez mais desesperado, o Outono e suas folhas coloridas, já que é por essa altura que se pode começar a beber café e chocolate quente sem morrer de calor...
Por isso voltou a lavar a cara e a pentear o cabelo; ficando, como sempre, o mesmo espírito de brisa ocidental suave.

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