Querida Mashli,
O tempo avança e tu não estás aqui. Que é feito do cuidado que tens com as flores? E as pedras que juntas para o teu avô, onde estás para elas?
Sentei-me num banco a escrever-te à luz da lua que escasseia. O sol vai nascendo e tu não estás aqui. Procurei-te por entre as árvores, Mashli; cruzei todas as ruas desta cidade e tu, Mashli, continuas a não estar aqui.
Perdeste-te algures por entre as flores e as pedras, as árvores e as ruas?
Aparece, Mashli. Precisam de ti, mas tu não estás aqui.
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